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 A Eterna Questão: Killstreaks, um mal necessário? (Não recomendado a menores de 12 anos)

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AutorMensagem
sidsidsid

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MensagemAssunto: A Eterna Questão: Killstreaks, um mal necessário? (Não recomendado a menores de 12 anos)   Dom Out 23, 2011 6:44 pm

Deixo aqui algo muito esclarecedor:

Citação :
DragonFly90 escribió:...
Yo cada vez
estoy mas convencido que los únicos que aprecian la gozada que es jugar
sin rachas son aquellos que han jugado al COD cuando no las había y
saben perfectamente lo buen shooter que era el COD y lo bajo que ha
caído ahora. Y es totalmente comprensible porque desgraciadamente a los
jugadores que llegan ahora al COD no se les da esa oportunidad de
sencillamente disparar y ser disparado, es bastante triste eso.


Aquí
esta realmente el tema. Los que hemos jugado ha CS,Day of defeat, cod2,
cod3 (no mucho no me gustan los vehiculos) y otros como rainbow six etc
sabemos que lo importante era tu fusil tus granadas y tu habilidad y el
trabajo con amigos para poder ganar partidas. El Cod2 os puedo asegurar
que fue una absoluta gozada jugar a cuarteles, las bombas de humo la
stg44(mp44 en el juego) la kar 98 ... muchas veces hecho de menos este
tipo de juegos




COMENTEM Smile


Na base da vossa experiência, será justo dizer, que quem não "viveu" ou presenciou um FPS "puro" onde se mata e se morre apenas com disparos efectuados pelo sistema normal (apontar e disparar), está menos APTO ou sensibilizado a investir num jogo praticado dessa forma?

Ou seja,

quem está habituado a "atalhos": perks para tudo e nada, killstreaks, até NUKES! Dificilmente vá defender um jogo de TIROS apenas?

Nota: ainda hoje há muitissima gente, que não tem condições para responder à questão anterior, simplesmente, porque não sabe o que é competir (custom match, regras próprias, lista de elementos excluídos e aceites, mapas e configurações). É importante distinguir o modo ranked e a competição, porque são coisas TOTALMENTE diferentes. Assim num jogo em modo ranked/público, normalmente, estamos à mercê dos killstreaks, Nukes, falado em cima.

Dito isto, será que um jogador, que não viveu os FPS "puros" (COD2, Goldeneye 64, CS, por exemplo) e semi-puro COD4, faça questão de promover esse género de instrumentalização/condução do jogo? Mesmo que não o conheça. Dúvido que um "miúdo" persiga fábulas do antigamente, pois não vai abdicar do que está familiarizado? (killstreaks, miscelânia do XP e perks e pontuação com luzinhas, etc). Estão assim estes miúdos entregues à killstreak? Tudo leva a crer que sim. Cada vez mais, teremos jogos para as massas, leia-se, encaixe das massas: é o que elas querem, e o que querem é... consumir JÁ E AGORA... explosões, prémios, pontuações altas, e GANHAR seja com quem for, contra quem for. Como? Usando e abusando de tudo o que os jogos têm para oferecer. Hoje já não é só disparar num FPS! Há que saber conduzir helis, tanques, jipes, destruir casas e árvores, e (des)jogar para a "bela da Killstreak", tá-se mesmo a ver, é cães, é aviões, é misséis, é helis pequenos, é helis grandes, é bombas nucleares... "Onde é que eu encaixo?!?! (nesta merd*)" - um rebuçado para quem pensou assim. E no entanto, o choro não leva a nada, porque o "pessoal" está onde a competição estiver, e se a competição estiver num jogo cheio da trampa, lá estaremos. As massas assim o quiseram, e as firmas assim proporcionaram e inclusivamente potenciaram toda esta onda do FPS "Eminem" Gamer... sejamos francos, só produzir jogos de "tirinhos", não é nada. Um jogo vende-se pela maquilhagem putéfia dos seus gráficos, explosões e Godzillas! Com ou sem frame-rate decente, porque a "putalhada" compra toda a mesma merd*, e nem ai nem ui. E assim, perante este colapso entre a utilidade de jogar o FPS versus prioridade na inutilidade dos efeitos de maquilhagem, se percebe o desenho: os jogos pretendem-se com o máximo de merdinhas possíveis, para também, a clientela/fanboy poderem exclamar em certeza proporcional à pujança: "O meu COD tem mais pipis que o teu BF, toma toma!"... Enquanto se trolla aqui e ali nos fóruns de gaming, enquanto perdermos o tempo a comparar inutilidades, ELES (activision lika) continuam a impor-nos o maior número de inutilidades à frente. Está certo, não há opções, não pode haver escolha.

O que está em causa é o corte total com o passado, onde a filosofia de jogo era eminentemente outra, eram as skills, e a dependência pelo teu jogo (leia-se acções concretas de interacção entre o teu boneco e a tua arma), e não pelo... telecomandar a condução de um carrinho pelo mapa até explodir cerca de um adversário: se um jogo de tirinhos (apenas) é árido, porque só tem pistolas e umas espingardas e pouco mais, reflecte-se na falta de vendas, porque os putos querem gangstas e o Eminem e notas a cair do ar... Confettis e Killstreaks com muito fumo e sangue. Já o cota do sofá, até dá jeito, pois só tem um dedo para jogar.

Também é feio comparar pistolas com Godzillas, o marketing nisso é implacável. Os Helghans tinham um céu bonito, cheio de nuvens, com relâmpagos, era muito giro, e por isso vendeu até alguma coisa. Imaginem um FPS sem o espírito-videoclip-da-mtv, sem Godzillas... Simplesmente, não vendia. E atenção, há que esmerar, o público alvo não perdoa, cada vez está mais em cima do acontecimento, e não tende a esquecer.

E que público-alvo é este? É um público alvo, burro. As massas são de natureza acéfala na determinação e nas pretenções, APENAS se seguem,andam a cheirar todas o cú umas às outras.

Lembram-se do R:FOM, vendeu muito bem, devido ao facto de ser o primeiro grande FPS da consola bug (e port) da sony, Mas já a segunda edição, vendeu mal e porcamente, continuaram a usar gráficos da ps1 pré-datados - apesar do jogo ser um jogo Arcade (e há de certa forma um consenso gamer, em que os jogos arcades, "coitadinhos" estão desculpados em relação aos gráficos, pois joga-se a 300 à hora, e dão-se saltos de 20 metros e se voa... bla bla). O público-alvo (burro, ou seja, não é exigente com o que deveria interessar) não perdoa! Gráficos de merd*, não vendem jogos, ninguém os compra. E assim foi. R2 foi para o lixo.

Lembram-se do Far Cry. O jogo da praia! As ondinhas, o céu azul, o bambolear da folhagem verde das palmeiras verdes na praia, com o mar a beijar a areia, o ondular das... ondas. Os gráficos resumiam-se (leiam todas as reviews sobre o FC) ao mar e às suas ondas, "tão bonitoooo", e assim foi, o público-alvo amou e comprou em massa ao FC. Um dia saiu o FC2, - pessoalmente um dos piores FPS de sempre - e vendeu num ápice um milhão de cópias. As massas consomem gráficos... E em background o espírito Eminem faz a mote.

E de repente... o Facebook cai-nos em cima. Isto só pode piorar.

De quem é a culpa? Os facebook boys só agora começaram a emigrar para cá, com os seus rebanhos e campos de milho, a culpa AINDA não é deles. É de quem? É do puto do no-scope que meteu no youtube, e teve um milhão de views, e logo a seguir tudo o que é puto, foi a correr comprar um HD-PVR? Ou será algo menos perceptível aos nossos olhos? Que raio de fenómeno está por trás deste sistema de merd* dos Killstreaks? Certamente a canalha! Certamente o mongoloide-camper! Certamente o ego da canalha! Certamente o adulto profissional que depois de um dia de trabalho... quer matar 200 com um dedo!

Mas, há sempre mais e mais. E disso os fóruns e os seus membros não falam... O ego mais uma vez não pode ser maltratado. Um: ninguém gosta de se espalhar ao comprido, dizendo futilidades/inutilidades e por isso não apostam nesta temática. Dois: Falar de gaming dá trabalho e não reverte uma recompensa directa ao ego... do ego-gamer.

Isto poderia ser alongado, mas já vai para o campo das patologias, das psicoses, do carácter, da personalidade e da maturidade e valores das pessoas.

Voltando ao FPS... a temática do USO/ABUSO de veículos num FPS... dos cenários mais ou menos destrutíveis do BF... Não estamos a ser afastados dos FPS puros? Já que jogamos a um ou dois jogos MULTIPLAYER por ano, para competir ou para jogar em ranked (palhaçada, chill out, ou até mesmo algo um bocadinho mais sério), estamos obviamente dependentes da QUALIDADE do FPS do momento.

E como não há assim tanto FPS com qualidade... as referências sobretudo do COD, serão as linhas gerais que nos motivaram ou não... a jogar. Claro, que quando a gente gosta duma coisa, tenta melhorar o que achamos incorrecto. Cabe ao gamer, dar a volta, de forma saudável se possível.

As Activision´s, estão "secretamente" a orientar as características do FPS para as massas? Para algo mais FÁCIL, onde a gratificação visual e o fétiche XP impere? E porque não, armas e movimentos que sejam compatíveis com o no-scope do youtube. Os tempos mudam. Será a pressão óbvia do youtube e os likes e subs, que empurra o gamer a EXIGIR jogos completamente opostos ao FPS puro? Deve ser...?

Estamos a perder ou a ganhar com este processo de mudança? Afinal cada vez mais é fácil competir, as equipas de renome, colocam os seus vídeos online, os players dos pubs colocam os seus truques online, e toda a fauna "abutre" e subserviente directa ou indirectamente aumenta a panaceia do FPS: ora seja o típico puto que faz o GFX, o típico puto que faz o vídeo intro effect coiso e tal. Isto não tem que ser mau, pelo contrário, mas, onde é que fica o espaço exigido e demarcado ao FPS puro? Morreu?

As próprias editoras de jogos, investem mais do que nunca, o seu dinheiro/tempo no merchandising/design/putisse social/grácios do jogo... Há custa dos jogos onde realmente interessa o skill do player, não na forma como ele se esconde e usa/abusa de atalhos "negros"... A plataforma para o camper e o "atalhista" está a crescer exponencialmente. Será o fim do FPS? Estaremos a entrar na era multimédia social, onde todos podem jogar, e são aliciados de forma pornográfica seja em XP para o ego, seja em emblemas para a "paneleirice", seja em cammos/icons, etc etc. E o JOGO? A alma do jogo?

Já dificilmente alguém com internet deverá olhar para um singleplayer-campanha, enquanto não mudarem os scripts da bootalhada. O Multiplayer veio, a seguir o facebook com os jogos de plantar milho e recolher o leite, e a seguir? As TV´s 3D, o conceito de ócio virtual na sala, a implementação dos chats para as massas, o CLOUD... Dificilmente se fará algo para a pequena franja de players que parecem interessados em voltar a jogar ao sistema antigo dos tiros...

Será justo dizer, que nunca mais teremos um FPS puro, mas sim uma canalização, reeducação dos "old players" para convergirem com os "new players" em jogos para massas, onde o que interessa, é o que interessa às massas? E de repente entraremos na era dos óculos 3D já aí está, quase quase. O mundo virtual, em que seremos empurrados lá para dentro, está a emergir, a cabeça já se vê. E finalmente, os kinects e sensores das wii´s darão lugar a salas vazias que projectaram hologramas em 360 graus...

Será justo dizer... que nunca mais teremos um COD2? Um COD4 com algumas killstreaks ranhosas, mas mais justas do que todas as outras que vieram nas versões posteriores. O paradigma do FPS, é agora aqui e neste momento? Parece-me que sim.

Para onde caminhamos?

Porque é que não se investe mais na QUALIDADE DE ONLINE dos jogos FPS de consolas, em vez de cada vez mais, termos um THE SIMS, do que um COD... Porquê? Vendas! O Público é que decide, o público/clientela é soberano.

Já fui apologista de só se jogar de pistola, todos de pistola, sem perks. Só e apenas pistola... nos jogos actuais, APENAS isso parece trazer alguma justiça (apesar do LAG típico do mundo das consolas) ao FPS.

Para onde caminhamos?

Realidade RANKED: Um camper... escondido, lança ao calhas uma granada do seu grenade launcher, duma ponta à outra do mapa (porque decorou o sitio em 1000 custom matches), mata 3, depois escondido com o seu silenciador ninja coold blood etc, mata objectivamente para conseguir a próxima killstreak: o predator missile, usa-o, mata com sorte, mais uns tantos, e já tem um avião lá em cima, de repente, chega às 25 mortes, e voilá a NUKE. Usa a NUKE, e ganha o jogo. O que é que ele fez para ganhar o jogo? Escondeu-se de qualquer hipótese de ser visto... Isto é... doentio.

Realidade COMPETITIVA:
Há uma equipa (de atrasados mentais) que joga num torneio qualquer onde permitem armas daquelas overpowered que descompensam todas as outras escolhas, no sentido em que elas sozinhas fazem Spray e colam com facilidade (sim! nas consolas o aim é significativamente assistido, o pessoal de PC farta-se de mandar piadas), género a FAMAS do BO, ou a ACR do MW2, e há outra equipa que "os tem no sítio" e respeita a competição e joga com armas razoáveis para a sua natureza, seguindo a lógica do SMG: bom ao perto, mau ao longe, e spray. E AR: mau ao perto, bom ao longe, e no máximo com semi-burst. E decidem-se por uma MP5K do BO ou uma M16 do MW2. Os "tónis" (atrasados mentais) - normalmente são norte-americanos e 90% dos ego-gamers do COD - ficam a premir o botão de disparo, a mira eventualmente acaba por colar, e morte certa e ainda têm metade de um carregador para repetir a "proeza". No final que moral da história fica? Os atrasados mentais continuarão a rir e a chafurdar na sua estupidez, eu diria ignorância.

Citação :
"los noobs morían una y otra vez y soñaban con sacarse el helicóptero",
el problema es que ahora con las rachitas regaladas los noobs han
descubierto que si juegan bien tampoco se las sacan pero si se ponen a
jugar cerdo y a campear como lo hacen sus idolos del youtube ellos
también se pueden sacar el helicóptero, y mira por donde al final acaba
todo el mundo jugando cerdo, y han pasado de ponerse a soñar ellos con
sacar sus helicópteros a ponerme a soñar yo con partidas decentes.


Yo
cada vez estoy mas convencido que los únicos que aprecian la gozada que
es jugar sin rachas son aquellos que han jugado al COD cuando no las
había y saben perfectamente lo buen shooter que era el COD y lo bajo que
ha caído ahora. Y es totalmente comprensible porque desgraciadamente a
los jugadores que llegan ahora al COD no se les da esa oportunidad de
sencillamente disparar y ser disparado, es bastante triste eso.




Que futuro nos aguarda este evoluir dos COD´s... para onde caminhamos? Aliás, para onde nos obrigam a caminhar.

Citação :
A mi el COD4 fué el que más me gusto de todos, aunque muy a la par con
COD2, y seguramente lo supera porque el matchmaking del COD2 era muy
primerizo.

Lo que venía a decir es que esta gente de dónde saca
que cuántos más killstreak mejor es el juego? Es que me cuesta
entenderlo. Si todo el mundo dice que como COD4 no ha habido nada, por
qué seguir con la línea de MW2?

Yo para empezar me cargaba la
lacra de los videojuegos, las estadísitcas. Es increíble que un tio se
meta a jugar dominio y no haga ni una sola captura, dedicando todo su
tiempo a matar a los que si juegan a dominio y a conseguir la racha
tonta de turno. Y si quieren dejar las stats, por favor que lo separen
por modo de juego

Conheço algumas pessoas que deixaram de jogar BO, quando descubriram que o ranked funcionava pelo número de PONTOS por minuto, e não pelo número de mortes que faziam (mais ou menos acampados), e como invariavelmente jogavam em pandilha, encostavam a mira até ao final do jogo, lá conseguiam muitas mortes... No BO quem tem direito a "brilhar" nas stats é quem acampa menos (em principio), pois a pontuação é calculada pelo número de pontos que estás constantemente a fazer e isso obriga ao MOVIMENTO DO TEU BONECO, isto veio destruir o ego a muita gente obcecada... por stats. E neste aspecto o BO veio dar "uma liçãozinha de moral" aos deformados da estatistica fácil... há que mexer e usar os botões! heheheh. Constantemente! (ou não).

Ainda há gente, que sem ranked, não joga, ou muda de jogo.

Ego-gamers, são uma característica das massas? Se as massas, por definição wikipediana, é quem joga "à recolha do leite e à apanha da batata no facebook", será reconhecida nelas, uma vontade sugatória de stats e xp? Parece-me que sim... cada vez mais, teremos STATS, XP, PERKS.

É o jogador que deforma o jogo, ou é o jogo que deforma o jogador?

O jogador exige, o jogo influí e potencia isso, e com o tempo é arrastado, sempre convivendo com a situação. Quem é nicho vai atrás e não pia. Temos então uma necessidade: EGO - seja em fazer share no facebook do quão XP-WHORE é, seja em vídeos no youtube e plateia subserviente do SUBSCRIBE e Likes, seja, no eterno dueto dos onlines, bajulamento pelos fanboys, flamming pelos haters, humilhação pelo bullyismo de qualquer ego-gamer corrente (90% dos gamers são ego-gamers)... Lá no fundo, a pessoa, precisa de se alimentar, FALEM DELA.

Falando apenas do in-game, há que alimentar a necessidade, através dos objectivos de qualquer ego-gamer:

1 - STATS,
2 - XP,
3 - RESULTADOS.

Através dos usuais procedimentos:

1 - atalhos,
2 - perks
3 - killstreaks,

e muitos mais... lag switch... clonagem de contas... disbands... etc

Os jogos de hoje reflectem a sociedade moderna/tecnológica/da informação/do conhecimento? Mais sensata, mais profunda, mais "inteligente" portanto, mas no entanto que jogos temos mesmo? Paradoxo.

Concluo, que acho que o comando/pad clássico deve ter os dias contados. Há uma pressão enorme do marketing dos jogos... querem-se comandos para fazer combos, e no-scopes. Quer-se o kinect em todas as casas, o 3D... e vêm aí os "do facebook". Dúvido num regresso às bases.

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akznx

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MensagemAssunto: Re: A Eterna Questão: Killstreaks, um mal necessário? (Não recomendado a menores de 12 anos)   Seg Out 24, 2011 7:26 am

Começei a jogar no MW2 e acho que em termos de killstreaks é muito mau porque tens todo o tipo de killstreaks "nojentos" e inúteis. Mesmo com todas estas facilidades que me eram apresentadas eu decidi procurar algo mais, e aos poucos e poucos cheguei onde estou agora, a competir no auge da competição portuguesa e europeia.

A questão é, como tinhas dito, se uma pessoa que nao viveu um FPS puro onde o jogo passa por ter killstreaks, stats altas e matar muito consegue jogar um FPS baseado apenas na skill da utilização da tua arma?

Depende de pessoa para pessoa, tens aquelas que procuram mais e consequentemente mais dificil, tens aquelas as quais lhe sao introduzidas regras especificas de competiçao (FPS puro) e rejeitam essas regras por nao poderes usar x armas e x perks e depois tens aquelas que o objetivo delas passa por matar muitos, ter grandes killstreaks, ganhar premios etc.

Agora respondendo a pergunta do topico "A eterna questao: killstreaks, um mal necessario?"

Tem tudo a ver com o poder de compra. Os jogos sao feitos, 99% das vezes, para os gamers casuais, agora como tambem ja tinha dito, depende de pessoa para pessoa se ha procura por mais e melhor e por mais e mais dificil ou se querem continuar com as facilidades todas que encontram no jogo que compraram para se divertir de vez em quando para mandar uns nukes, ter avioes, kd alto etc



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spoNNGGYYYYYYY ?


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